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	<title>atila VELO - webwriting, branded content, mídias sociais &#187; Internet</title>
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	<description>Blog que aborda temas sobre marketing digital: mídias sociais (redes sociais), redação para web (webwriting), tendências, etc.</description>
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		<title>Cuidado: mídias sociais criam angústia profissional</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 13:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você sabia que nosso desespero por melhorar o currículo e ficar atualizado aumentou com as mídias sociais? Descubra como isso acontece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1822"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-1823" title="mídia social da depressão :P" src="http://atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cuidado_midias-sociais-da-angustia.jpg" alt="mídia social da depressão :P" width="680" height="290" /></p>
<p><strong>Navegando no Twitter</strong>, às vezes leio uma “bio” (aquele textinho descritivo dos perfis) engraçadinha e fico com comichão para alterar a “bio” do meu perfil. Pouco tempo depois, leio outra “bio” que satiriza quem escreve coisa engraçadinha na “bio”. Acho fantástico e sinto vontade de criar minha própria sátira de “bios” engraçadinhas. Então encontro uma “bio” minimalista, abstrata, criativa, que também me inspira. No fim das contas, me encanto com tantas que eu <strong>precisaria de uns vinte perfis</strong> para agregar tanto estilo de “bio”!</p>
<p>É mais ou menos esse um <strong>efeito negativo</strong> que as mídias sociais causam em nós, especialmente em nosso lado profissional. A revista Você S/A de maio, cuja matéria de capa fala sobre a “Epidemia Workaholic”, aponta esta questão.</p>
<p><strong>A angústia por atualização profissional e estar “por dentro”</strong> do que acontece ganhou força com os avanços tecnológicos e, ultimamente, por causa das mídias sociais.</p>
<blockquote><p>Isso ocorre porque os sites de relacionamento aumentam o poder de comparação das pessoas. Se entrar no Facebook, um profissional encontrará uma série de coisas legais que seus amigos acabaram de fazer. Entrando no LinkedIn, ele tem acesso a milhares de currículos de gente de seu mercado, idade ou formação. Com o Twitter, descobre as ideias de cada um e o que eles têm feito da vida ultimamente. Diante desse cenário, o profissional olha para seu currículo e tempo, que são limitados, e os compara com as infinitas possibilidades de formação, relacionamento e modo de vida que pipocam na tela à sua frente. Obviamente, o resultado é a angústia de não ter realizado quase nada.¹</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>As comparações injustas</h2>
<p>Talvez nosso cérebro não consiga entender que os feitos, personalidades, carreiras e sucessos que vemos nos perfis alheios <strong>são individuais</strong> – cada um tem um conjunto de características e conquistas, mas um único perfil não apresenta todas as características desejáveis de uma só vez. Afinal, ninguém é perfeito e capaz de ser bom em tudo. Dessa forma, acabamos por nos comparar com um <strong>amontoado injusto </strong>de informações sobre sucesso.</p>
<p>Antes das mídias sociais, tínhamos contato com muitas pessoas de sucesso, que haviam realizado e conquistado coisas fantásticas, talentosas e inspiradoras. <strong>Éramos conformados</strong> em não sermos ricos como o Eike Batista ou visionários como o Steve Jobs. Entretanto, a maior diferença está na percepção horizontalizada que temos agora: estas pessoas de sucesso <strong>são tangíveis nas mídias sociais</strong>. Podemos interagir com todas elas. Pessoas que antes pareciam viver num mundo à parte, agora compartilham momentos cotidianos parecidos com momentos das nossas vidas. Assim, <strong>nos sentimos mais próximos delas</strong>, pertencentes ao mesmo patamar, como seres humanos da mesma categoria.</p>
<p>A partir daí, automaticamente <strong>começamos a nos questionar</strong> por que elas têm tanto sucesso e nós não (com reforço dos <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/a_imitacao_pode_curar.html">neurônios espelho</a>?). Afinal, elas não são iluminadas ou tão especiais assim, porque estão lá conosco, tuitando e compartilhando fotos no Facebook.</p>
<p>Além da aproximação com as pessoas mais ilustres, por meio das mídias sociais também pudemos conhecer melhor as pessoas que antes pareciam “comuns” e “sem graça”. Esses <strong>insossos bem-sucedidos</strong> agora causam grande inveja porque conseguem diversos feitos que nós não conseguimos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Eu preciso de tudo ao mesmo tempo agora!</h2>
<p><em>Como pode aquele tapado terminando um mestrado? E aquele feioso saindo com a mais gata da academia? Que absurdo! Aquele sujeito que não saía do bar durante a faculdade se tornou gerente?!</em></p>
<p>Precisamos entender que <strong>não podemos</strong> – <strong>e nem precisamos</strong> – conquistar e atingir tudo o que nossos colegas têm. Assim como não precisamos de uma “bio” no Twitter que seja engraçada, sacada, satírica e minimalista, tudo ao mesmo tempo agora. Não precisamos participar de todos os jogos que nossos amigos jogam no Facebook, nem todas as badges que eles conquistam no Foursquare. No mundo “real”, pense em como seria inviável participarmos de todas as palestras que nossos colegas vão ou termos todos os carros bacanas que eles têm.</p>
<p>Ok, somos competitivos, mas precisamos refletir sobre <strong>o que realmente é importante</strong> e viável para nós. Senão, vamos acabar frustrados por não ter tudo o que os outros têm, profissionalmente e em outros aspectos da vida também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Referência bibliográfica</h4>
<p>¹ <strong>Você S/A</strong>. São Paulo: Editora Abril, edição 155, maio de 2011, 96p. “Epidemia Workaholic”, GIARDINO, Andrea, OHL, Murilo e VIEIRA, Vanessa, p. 35-36.</p>
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		<title>O papel principal do marketing na internet NÃO é vender</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com base em Kotler e Keller, vamos lembrar a essência do marketing e descobrir porquê seu papel principal não é vender. Por mais estranho que isso soe...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1808"></div><h3>Com base em Kotler e Keller, vamos lembrar a essência do marketing e descobrir porquê seu papel principal <span style="text-decoration: underline;">não é vender</span>.</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1815" title="o principal papel do marketing na web não é vender" src="http://atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/o-papel-do-marketing-nao-eh-vender.jpg" alt="o principal papel do marketing na web não é vender" width="680" height="290" /></p>
<p>Todo indivíduo envolvido em marketing, propaganda, relações públicas e administração, se puder ser classificado como &#8220;profissional&#8221;, deve ter, em algum momento de sua carreira, folheado o gigantesco e aclamado livro <strong>&#8220;Administração de Marketing&#8221;</strong> (Philip Kotler e Kevin Lane Keller). <span style="text-decoration: underline;">O problema</span> é que temos <strong>memória curta</strong> e a terrível <strong>tendência ao imediatismo</strong>, a buscar resultados tangíveis em curto prazo <em>(vendas, lucro)</em>. E isso acontece com diretores, consultores, assistentes e estagiários.</p>
<p>Por isso, gostaria de relembrar o comecinho deste livro, apelidado de <em>&#8220;a bíblia do marketing&#8221;</em>. Minha intenção é resgatar a consciência de que o objetivo de nenhuma estratégia de marketing pode ser <strong>vender, vender e vender</strong> (inclusive no marketing digital). Algo que está muito claro nas palavras do Sr. Kotler: <em>&#8220;&#8230; empresas [que] assumem uma visão de negócios de curto prazo, direcionada para vendas, [...] <strong>vão acabar por não  satisfazer</strong> os acionistas, os funcionários, os fornecedores e os parceiros de canal&#8230;&#8221;</em> (Kotler, p. 3).</p>
<h2>O que é Marketing?</h2>
<p>Kotler e Keller (p. 4) começam oferecendo a definição de marketing da American Marketing Association: <em>&#8220;o marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a <strong>criação</strong>, a <strong>comunicação </strong>e a entrega de <strong>valor </strong>para os clientes, bem como a administração do <strong>relacionamento </strong>com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado&#8221;</em>. Em seguida, acrescentam: <em>&#8220;Vemos a administração de marketing como a arte e a ciência da escolha de mercados-alvo e da captação, manutenção e fidelização de clientes por meio da criação, da entrega e da comunicação de um <strong>valor superior</strong> para o cliente&#8221;</em> (Kotler, p. 4).</p>
<h2>O objetivo do marketing não é vender?</h2>
<p>Em suas palavras, os autores referem-se a dois tipos de definições de marketing, &#8216;social&#8217; e &#8216;gerencial&#8217;. A ideia central de <strong>acrescentar valor à sociedade</strong> seria uma visão mais &#8216;social&#8217;, enquanto que, de acordo com uma visão mais &#8216;gerencial&#8217;, o conceito seria mais próximo de <strong><em>&#8220;a arte de vender produtos&#8221;</em></strong> (Kotler, p.4). Na sequência, os autores lançam mão de uma frase que pode ser chocante para os executivos que há muito tempo não têm contato com literatura especializada: <em>&#8220;De fato, as pessoas se surpreendem quando ouvem que <strong>a parte mais importante do marketing não é vender</strong>! Vendas são a ponta do iceberg do marketing&#8221;</em> (Kotler, p.4).</p>
<p>Quem vende é o balconista, o vendedor, o corretor, a ferramenta de e-commerce. <span style="text-decoration: underline;">Marketing é muito, muito, muito mais do que isso</span>. Fico chateado quando contratam um profissional de marketing esperando que ele, subutilizado, administre vendas. Kotler e Keller prosseguem, desta vez citando uma frase de Peter Drucker, <em>&#8220;um dos principais teóricos da administração&#8221;</em>:</p>
<blockquote><p>Pode-se considerar que sempre haverá a necessidade de vender. Mas o objetivo do marketing é tornar supérfluo o esforço de venda. O objetivo do marketing é conhecer e entender o cliente tão bem que o produto ou o serviço seja adequado a ele e se venda sozinho. Idealmente, o marketing deveria resultar em um cliente disposto a comprar. A única coisa necessária então seria tornar o produto ou o serviço disponível. (Drucker apud Kotler, p. 64-65)</p></blockquote>
<h2>Então, quais seriam os principais papeis do marketing na internet?</h2>
<ul>
<li><strong>Identificar o público-alvo</strong> da marca e detalhar seu comportamento online: hábitos de navegação, preferências de mídia, tempo online, quando e o que ele compra na internet, que tipo de conteúdo ele consome, qual sua postura perante novidades (<em>adopters</em>), etc.;</li>
<li><strong>Descobrir como desenvolver diferenciais</strong> num ambiente tão competitivo como a internet, enfrentando ferramentas de comparação de preços, diversas informações disponíveis, agressores da marca, dificuldades em disseminar mensagens (propaganda) comerciais sem que haja demanda por elas, atenção dispersa do público (sempre navegando em múltiplas abas, enquanto escuta música, conversa, etc.), entre outras variáveis típicas do ambiente digital;</li>
<li><strong>Analisar o mercado e os concorrentes</strong>: o que eles têm feito em seus produtos e serviços, preços, negociações, comunicação, branding, parcerias, inovações tecnológicas, etc.;</li>
<li><strong>Desenvolver meios para engajar e fidelizar</strong> clientes, um assunto frequentemente associado às estratégias de <span style="text-decoration: underline;">SMM</span> (<em>social media marketing</em>) e de <span style="text-decoration: underline;">CRM</span> (<em>customer relationship management</em>);</li>
<li><strong>Propor estratégias para engajar </strong>os colaboradores e fornecedores no meio digital, com o objetivo de aumentar a produtividade, integração e até mesmo gerar buzz positivo sobre a marca (com muita instrução e cuidado);</li>
<li><strong>Utilizar as incontáveis e úteis ferramentas </strong>disponíveis na internet para acompanhar tendências, monitorar sua marca e seu nicho, ficar sabendo de informações importantes antes dos concorrentes, montar gráficos e apresentações que facilitem a compreensão de dados, melhorar a comunicação e a produtividade internas, etc.;</li>
<li><strong>Definir um posicionamento </strong>e buscar que ele seja estabelecido;</li>
<li><strong>Explorar diferentes ações </strong>para colocar a marca em evidência, buscando conquistar todos os <span style="text-decoration: underline;"><em>shares </em></span>(<em>mind, heart, market</em>), incentivar a aproximação entre marca e público e trabalhar os valores percebidos na marca (<em>branding</em>);</li>
<li><strong>Pesquisar e aplicar estratégicas e ferramentas de relacionamento </strong>com todos os públicos (clientes, parceiros, colaboradores) para resolver problemas, obter <em>feedback</em>, tirar dúvidas, prevenir crises, etc.;</li>
<li>Entre diversas outras atividades que, em sua maior parte, está <strong>indiretamente vinculada às vendas</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É claro que</strong> toda empresa precisa de lucro para sobreviver e que lucro é obtido por meio das vendas. Entretanto, para nos diferenciarmos do perfil de &#8220;chefe de loja&#8221;, aquele que só quer <strong>vender mais e o mais rápido possível</strong>, precisamos mudar a nossa forma de pensar e das pessoas à nossa volta sobre <strong>como atingir os melhores resultados</strong>.</p>
<p>Realizar uma promoção que dê 50% de desconto ou colocar diversos anúncios podem trazer <strong>resultados em curto prazo</strong>, mas <strong>não sustentarão suas vendas</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Marketing deve focar no que antecede (e também no que sucede) a venda</span>, deve ser aquilo que prepara o caminho para que <strong>o fluxo de negociações esteja sempre acontecendo</strong>, com harmonia, credibilidade e estabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Bibliografia</h4>
<p>KOTLER, Philip e KELLER, Kevin Lane. <strong>Administração de Marketing</strong>: a bíblia do marketing. 12ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 3-4.</p>
<p>DRUCKER, Peter apud KOTLER, Philip. <strong>Management</strong>: tasks, responsibilities, practices. Nova York: Harper and Row, 1973, p. 64-65.</p>
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		<title>Galeria de Arte 2.0 com Google Street View nos museus: é o Google Art Project</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe o Google Street View, que nos permite passear virtualmente pelas cidades? Sua tecnologia deu origem aos Museus de Arte 2.0. Conheça o Google Art Project!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1777"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-1778" title="Galerias de arte 2.0 - Google Art Project" src="http://atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/galeria-de-arte-2-ponto-zero.jpg" alt="Galerias de arte 2.0 - Google Art Project" width="680" height="290" /></p>
<p>Há alguns dias, meu amigo <a title="Siga o Danilo no Twitter!" rel="nofollow" href="http://twitter.com/reluviari" target="_blank">Danilo Dias</a> compartilhou, no Facebook, um link do site Catraca Livre que indicava o que eles apelidaram de <a title="Veja a matéria original" rel="nofollow" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/05/dali-digital/" target="_blank">&#8220;Dalí Digital&#8221;</a>: um site cuja proposta é disponibilizar para consulta <a title="Clique para conhecer a galeria digital deste espanhol doido" rel="nofollow" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/05/dali-digital/" target="_blank">um vasto acervo do gênio <strong>Salvador Dalí</strong></a>, um dos <strong>surrealistas </strong>mais conhecidos do mundo. Você deve se lembrar, pelo menos, dos <strong>relógios derretendo</strong> no deserto, né?</p>
<p>Concordei com ele que a iniciativa e a facilidade de acesso (estão lá <strong>130 obras</strong> para conhecermos) eram excelentes. Entretanto, a navegação na galeria do &#8220;Dalí Digital&#8221; deixa muito a desejar: parece que o site foi feito nos anos 90 de tão <strong>engessado e ineficiente</strong> que é.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Galeria de Arte 2.0</h2>
<p>Para minha surpresa, semana passada pude conhecer outro projeto que une tecnologia e arte: o <a title="Abra em nova aba/janela" href="http://www.googleartproject.com/" target="_blank">Google Art Project</a>. Este, por sua vez, é o oposto do &#8220;Dalí Digital&#8221; em termos de navegação e apresentação. É que ele utiliza a mesma tecnologia do nosso querido, amado e odiado <strong>Google Street View</strong> (aquele que utilizamos para ver o telefone da pizzaria e para conhecer a fachada do lugar onde queremos e ir, mas que reclamamos por ter fotografado a nossa casa). Ou seja, podemos &#8220;andar&#8221; por <strong>diversos museus</strong> europeus e <strong>conferir as obras de arte </strong>em exposição. Em alguns casos, um botãozinho com o sinal de adição [+] aparece e, se selecionado, exibe uma imagem do quadro com resolução melhor e informações adicionais.</p>
<p>Se você fuçar e encontrar a saída do museu ainda poderá conhecer os arredores, pois o sistema do Art Project parece estar integrado com o sistema do Street View.</p>
<h3><a title="Abrir em nova aba/janela" href="http://www.googleartproject.com/" target="_blank">Clique aqui e conheça o Google Art Project</a></h3>
<p><strong>Vale a pena conhecer, indicar para os amigos e avisar aos professores de plantão!</strong></p>
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		</item>
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		<title>Hora do Planeta: hipocrisia ou funciona?</title>
		<link>http://atilavelo.com.br/2011/05/hora-do-planeta-hipocrisia-ou-funciona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hora-do-planeta-hipocrisia-ou-funciona</link>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 12:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Hora do Planeta é pura hipocrisia de marcas e políticos querendo vender uma imagem ou realmente pode gerar resultados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1639"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-991" title="hora do planeta: hipocrisia ou vale a pena?" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/hora-do-planeta.jpg" alt="hora do planeta: hipocrisia ou vale a pena?" width="610" height="280" /></p>
<p><strong>Há dois meses, o mundo apagou as luzes.</strong> Foi o evento anual chamado de <a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://www.horadoplaneta.org.br/" target="_blank">Hora do Planeta</a>, uma iniciativa da <a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://www.wwf.org.br/" target="_blank">ONG WWF</a> (aquela, do Panda) apoiada por bancos, conglomerados de mídia, governantes e por diversas outras marcas.</p>
<p>Seu objetivo é fomentar a discussão sobre o <strong>aquecimento global</strong> e sobre a necessidade de termos mais <strong>consciência ecológica</strong>. Segundo o site oficial, <em>“em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta”</em>.</p>
<p>Na prática, <strong>este ato simbólico seria hipocrisia ou capaz de gerar resultados concretos?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Greenwashing – a mentira verde</h3>
<p>Há alguns anos, é utilizado o termo <a title="Clique para abrir em nova aba/janela" href="http://www.atilavelo.com.br/2009/04/greenwashing/" target="_blank">greenwashing</a> para denominar <strong>“ações verdes” incoerentes com a postura da empresa</strong>. Seria o caso, por exemplo, da empresa que costuma despejar resíduos tóxicos em rios que, para ganhar pontos com o público exigente, resolve plantar uma árvore na praça da cidade e aproveita para fazer um grande alarde sobre o fato.</p>
<p><strong>E tem muita gente </strong>que também adora discursar sobre como devemos agir, como a situação é alarmante, <strong>mas vez ou outra podemos flagrá-la</strong> jogando lixo na rua, desperdiçando água ao lavar suas calçadas ou mesmo abandonando a bicicleta, aumentando sua pegada de carbono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Simbologia e rituais</h3>
<p>Olhamos em volta e pensamos: <strong>como a humanidade está evoluída</strong>, com tanta tecnologia e conhecimento! Como diz a querida <a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://twitter.com/marthagabriel" target="_blank">Martha Gabriel</a>, <strong>nos tornamos seres híbridos</strong>, tendo como extensão de nossos corpos e mentes aparelhos eletrônicos como o smartphone, o tablet, o notebook e companhia.</p>
<p>No entanto, conservamos várias características de nossos ancestrais, desde a fortíssima <strong>influência dos instintos</strong> (de sobrevivência, sexual, entre outros) <strong>sobre nossas ações</strong> (motivo de brigas, traições matrimoniais, etc.) <strong>até a crença e necessidade de elementos simbólicos e rituais</strong> em nossas vidas, por diversos motivos. E não me refiro apenas aos religiosos: temos baile de debutante, trote de faculdade, processo de integração e <em>happy hour</em> de empresas, premiação, parada militar, colação de grau, entre muitos outros ritos cheios de simbologia, que servem para ajudar nossas mentes a compreender alguma circunstância ou mudança.</p>
<p><strong>Elementos simbólicos</strong> estão presentes em muitos aspectos da nossa vida. Em pequenos gestos ou palavras que dizemos, em celebrações, em nossas roupas, em adesivos colados no carro, em pingentes e anéis, nos produtos que consumimos e marcas que escolhemos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Hora do Planeta: simbolismo ecológico</h3>
<p><strong>Sim</strong>, muitas marcas e políticos podem “aderir” ao evento simplesmente porque é algo simpático, porque algumas pessoas poderão enxergar como uma atitude nobre — mesmo que <strong>nos outros 364 dias do ano eles desperdicem energia elétrica</strong>, deixando a luz acesa e o monitor ligado durante o horário do almoço e reuniões, por exemplo. Grande parte dos adeptos da Hora do Planeta, infelizmente, é composta por <em>greenwashers</em>.</p>
<p>Mas é inegável o poder de influência de um ato simbólico como este, <strong>ainda mais quando milhões de pessoas participam</strong> ou pelo menos escutam a seu respeito. A Hora do Planeta pode não mudar o comportamento de muitos, mas ele <strong>induz à reflexão</strong>, ele <strong>planta uma sementinha de consciência ambiental</strong> no subconsciente das pessoas. Por isso, considero uma iniciativa positiva, mesmo com toda a hipocrisia dos &#8220;adeptos&#8221;</p>
<p>A Hora do Planeta é um bom exemplo do poder do engajamento das pessoas, de como a <strong>união e colaboração</strong> <strong>podem disseminar e engajar milhões</strong>, atingindo resultados reais.</p>
<p><u>Vamos apagar as luzes?</u></p>
<p><span id="more-1639"></span><br />
&nbsp;<br />
<object width="610" height="373"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n8Zz4rWc7hs?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/n8Zz4rWc7hs?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="610" height="373"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Leia mais sobre atitudes sustentáveis:</h3>
<ul>
<li><a title="Clique para abrir em uma nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://habitanteverde.com.br/" target="_blank">Blog Habitante Verde, de Fabiano Facó</a></li>
<li><a title="Clique para abrir numa nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/" target="_blank">Movimento Planeta Sustentável</a></li>
<li><a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://www.revistasustentabilidade.com.br/" target="_blank">Revista Sustentabilidade</a></li>
<li><a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://essetalmeioambiente.com/" target="_blank">Blog Esse tal meio ambiente?</a></li>
</ul>
<div class="shr-publisher-1639"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Como criar uma página para o seu negócio (fanpage) no Facebook #slideshare</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 12:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa fácil e intuitiva apresentação de slides, explicamos os primeiros passos para você utilizar o Facebook a favor dos seus negócios. Construa agora mesmo a sua fanpage!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1635"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-952" title="como criar uma fanpage no Facebook?" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/como-criar-fanpage-no-facebook.jpg" alt="como criar uma fanpage no Facebook?" width="610" height="280" /></p>
<p>O colega <a title="Clique para abrir em nova aba/janela" rel="nofollow" href="http://twitter.com/alfacebruno" target="_blank">Bruno Alface</a> havia me perguntado sobre o assunto e também vi algumas pessoas tuitando a respeito. <strong>Mas como é que se cria e personaliza uma fanpage no Facebook? </strong></p>
<p>Por mais que estejamos acostumados com os sistemas das mídias sociais e que o Facebook esteja quase inteiro em português, ainda não é &#8220;mamão com açúcar&#8221; fuçar para descobrir <strong>como tirar proveito da mídia social</strong> de Zuckerberg para os negócios.</p>
<p>Compartilhamos com vocês, caros leitores, amigos, curiosos, concorrentes – e <strong>até minha avózinha</strong> que está aprendendo a &#8220;mexer com informática&#8221; –, a apresentação de slides abaixo, onde explicamos os <strong>primeiros passos para criar uma página de empresa no Facebook</strong>. </p>
<p>Se gostar, compartilhe e deixe um comentário, tá?</p>
<p><center>
<div style="width:615px" id="__ss_7732956"> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/7732956" width="615" height="510" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> </div>
<p></center></p>
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		<title>O novo nerd &#8211; a música do geek empreendedor (vídeoclipe)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo cenário da economia, construído pelos empreendedores digitais da geração Y, é retratado em divertido vídeoclipe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1633"></div><p>O colega <a href="http://twitter.com/jonnyken" target="_blank" rel="nofollow" alt="Clique para abrir em nova aba/janela">Jonny Ken</a>, criador do <a href="http://migre.me/" target="_blank" rel="nofollow" alt="Clique para abrir em nova aba/janela">Migre.me</a>, já compartilhou conosco em algumas ocasiões que nunca se considerou um empreendedor. Disse que o Migre.me começou por acaso, numa brincadeira de viralizar <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2008/03/26/rick_roll_pegadinha_do_malandro_astley/" target="_blank" rel="nofollow" alt="Clique para abrir em nova aba/janela">o meme do Rick Astley</a> durante uma Campus Party e evoluiu em outra brincadeira, de criar uma startup em 24 horas (que ele perdeu, porque levou três dias). Sua história é mais ou menos parecida com a de muitos jovens empreendedores, como do próprio Mark Zuckerberg (criador do Facebook, você sabe).</p>
<p>Inspirados por essa tendência de geeks descompromissados empreendendo com sucesso, o Grasshopper (empresa jovem que oferece recursos para empreendedores) produziu um vídeoclipe muito divertido, paródia de Jay-Z com Alicia Keys. Confira:</p>
<p><object width="610" height="373"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/exmwSxv7XJI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/exmwSxv7XJI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="610" height="373"></embed></object></p>
<h4>&#8220;The New Dork&#8221; &#8211; Entrepreneur State of Mind (Jay-Z ft Alicia Keys Spoof)</h4>
<div class="shr-publisher-1633"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>A história das mídias sociais: um guia sobre a origem deste fenômeno #slideshare</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 12:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça como surgiram as mídias sociais neste guia em formato de apresentação de slides.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1629"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-863" title="a história das mídias sociais" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/a-historia-das-midias-sociais.jpg" alt="a história das mídias sociais" width="610" height="280" /></p>
<p>Você provavelmente sabe usar o <strong>Twitter, o Facebook, o LinkedIn</strong> e às vezes ainda acessa sua conta no <strong>Orkut</strong>. <strong>Agora eu quero saber:</strong> você sabe como surgiram as mídias sociais? Como é que começou esta história das redes sociais por meio da internet?</p>
<p>É isto que busquei explicar na apresentação de slides que compartilho hoje. Você pode conferí-la abaixo e, se gostar, sugiro que compartilhe: tuite, curta, envie o link por e-mail, pegue o código <em>embed </em>e incorpore no seu blog&#8230; Fique à vontade, <strong>pois o conhecimento é coletivo!</strong> <img src='http://atilavelo.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><center>
<div style="width:615px" id="__ss_7732508"> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/7732508" width="615" height="514" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> </div>
<p></center></p>
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		<title>Dados sobre as famosas Compras Coletivas #infografico</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 12:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira um infográfico com diversos dados sobre as compras coletivas e seus players; fatos de 2010 e expectativas para 2011. Os números impressionam!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1621"></div><p>Hoje compartilho com você um <strong>infográfico</strong> que preparei com diversos dados sobre as <strong>compras coletivas</strong> e seus players. Fatos de 2010 e expectativas para 2011. Vale a pena conferir: os números impressionam. E bastante.</p>
<p>Confira:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-806" title="infográfico por Atila Velo, sobre compras coletivas" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/infografico-sobre-compras-coletivas.jpg" alt="infográfico por Atila Velo, sobre compras coletivas" width="600" height="2072" /></p>
<div class="shr-publisher-1621"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Os dois erros mais comuns da estratégia de marketing para web</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 12:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet é um campo fértil para o desenvolvimento de marcas e geração de novos negócios. Mas também possui seus campos minados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1616"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-767" title="dois erros comuns de marketing na web" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/dois-erros-de-mkt-na-web.jpg" alt="" width="610" height="280" /></p>
<p>Li recentemente, no blog Mídia Boom, <a title="leia o artigo em nova janela/aba" rel="nofollow" href="http://midiaboom.com.br/2011/03/02/os-4-pilares-da-comunicacao-digital/" target="_blank">um artigo muito bacana</a>, escrito por <a title="siga-o no Twitter" rel="nofollow" href="http://twitter.com/plannerfelipe" target="_blank">Felipe Morais</a>, sobre os <strong>quatro pilares da comunicação digital</strong>. Nele, o autor afirma que estes pilares são: <strong>engajamento</strong>, <strong>relacionamento</strong>, <strong>conteúdo</strong> e <strong>presença digital</strong>.</p>
<p>Com base em sua experiência como <em>planner</em>, Felipe conta que o ideal é investir nestas quatro frentes, e que em todos os casos de sucesso que ele conhece, pelo menos uma delas foi bem trabalhada. Entretanto, o autor enfatiza que os pilares estão <strong>intrinsicamente ligados</strong>:</p>
<blockquote><p>Percebeu o quanto esses pilares têm ligação um com os outros? É assim que o consumidor se comporta nas redes; é assim que ele interage com outras pessoas. (sic) Felipe Morais, no Mídia Boom</p></blockquote>
<p>Quando estes quatro pilares não estão integrados, você ainda pode obter bons resultados. O <strong>engajamento</strong> e o <strong>relacionamento</strong> podem gerar tráfego, ajudar no branding e fidelização, estimular a recompra e a recomendação; o <strong>conteúdo</strong> pode ajudar a engajar, a desenvolver o relacionamento e também a construir a <strong>presença digital</strong> que, em si, significa não apenas estar presente, mas ser relevante no meio digital. Isso nos leva à outra questão&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Os dois erros mais comuns da estratégia de marketing web</h3>
<p>Muitas estratégias de marketing na web contemplam apenas o básico, o “feijão com arroz”, que seria <strong>produzir um site institucional</strong> e (às vezes) investir em SEM (search engine marketing). Em outros casos, as empresas optam por dar início a <strong>um blog da empresa</strong> e abrir contas corporativas nas <strong>mídias sociais</strong>. A intenção é ótima, mas por que muitas vezes estas iniciativas não dão certo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Pensamento inadequado</h3>
<p>Criar um website corporativo vai muito além de transformar o folder da empresa em bits e bytes. Você não pode utilizar as mesmas fotos, os mesmos textos, a mesma disposição dos elementos. É preciso entender que a internet é <strong>outra mídia</strong> e que seus utilizadores possuem <strong>outros padrões de comportamento</strong>.</p>
<p>Para que um site corporativo seja eficiente, é preciso pensar nele como <strong>o centro da presença digital dinâmica e viva</strong> da sua marca. Lembrar que não há limites de espaço físico, como num folder, mas que <strong>informação desnecessária não agrega</strong> nada – só dificulta o gerenciamento do conteúdo e deixará seus visitantes (possíveis clientes) perdidos, sem encontrar o que procuram. Prestar atenção na usabilidade, clareza do texto para todos os públicos, enriquecimento com elementos visuais e iconografia, canais de contato fáceis e ágeis, entre outras, também é essencial para planejar um bom começo de presença digital eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Entrar no desconhecido mundo das mídias sociais sem um mapa</h3>
<p>Após criar o blog, com um design superbacana, e abrir contas em todas as mídias sociais possíveis, muitas empresas <strong>acabam se perdendo</strong>. Às vezes, até produzem alguns posts e mandam alguns <em>replies </em>no Twitter, mas o trabalho vai <strong>muito além disso</strong>.</p>
<p><strong>Não é adequado</strong> publicar apenas os <em>releases</em>, <em>clippings</em> e comunicados da empresa no blog, e o Twitter não serve apenas para enviar os links que direcionam para o seu website ou blog. Se a estratégia for essa, pare por aí, porque seu público não está interessado nisso.</p>
<p>Também não adianta colocar <strong>qualquer pessoa sem especialização</strong> (vulgarmente conhecidos como “os sobrinhos”) em áreas relacionadas à Comunicação e ao Marketing para fazer o serviço: os resultados podem ser desastrosos, como <a href="http://www.reclameaqui.com.br/1090949/casa-das-calcinhas/empresa-ofende-consumidor-no-twitter-e-acha-que-esta-certa/">este aqui</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/United_Breaks_Guitars">este também</a>.</p>
<p>Além disso, em grande parte dos casos os canais criados pelas empresas, inclusive seus blogs, <strong>acabam jogados às traças</strong>, abandonados num gigantesco cemitério virtual. Aí, o que acontece quando um cliente acessa estes canais? Percebe que a marca não está comprometida com o público, que não está interagindo, não está oferecendo valor por meio do conteúdo. Está ausente, frustrando seus visitantes que encontram apenas teias de aranha no espaço da marca.</p>
<blockquote><p>O internauta é mais exigente, quer conteúdo, quer falar com as marcas e não está mais no site da marca A, B ou C. O digital está cada vez mais fragmentado e é preciso entender isso. (sic) Felipe Morais, no Mídia Boom</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes são apenas os dois erros que julgamos mais comuns, entre diversos que poderíamos apontar, cometidos pelas empresas <strong>que não conhecem</strong> o meio digital ou <strong>são maldirecionadas</strong>. Portanto, meu amigo, cuidado. A internet parece um campo florido com áreas muito férteis, mas também existem <strong>seus campos minados</strong>. Você precisa saber onde pisa para que a internet, em vez de ser um bom negócio, <strong>não vire</strong> uma armadilha para a sua marca.</p>
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		<title>Conteúdo como meio de potencializar a campanha de links patrocinados</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 17:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atila VELO</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Conteúdo]]></category>
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		<category><![CDATA[campanha digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Descubra como o conteúdo da marca (branded content) pode gerar resultados melhores nas campanhas de links patrocinados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1605"></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-656" title="links patrocinados e conteúdo" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/links-patrocinados-e-conteudo.jpg" alt="links patrocinados e conteúdo" width="610" height="280" /></p>
<p>Digamos que você tenha uma empresa que vende e instala <strong>som automotivo</strong>. Você investe na produção de um site e, para atrair visitantes e potenciais clientes, resolve fazer uma <strong>campanha de links patrocinados</strong>. Muito bem, é um caminho que deve trazer resultados. Se o site for bacana e o valor investido em publicidade for razoável, pode trazer <span style="text-decoration: underline;">bons</span> resultados.</p>
<p>Mas, imagine um potencial cliente que vai até o <strong>Google</strong> porque deseja saber <strong>quais opções de DVD e som existem para o seu carro</strong>. Ele busca por “dvd automotivo” e, ao lado dos resultados da pesquisa, visualiza o seu anúncio. Provavelmente, seu texto seria algo como:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-713" title="x auto sound - institucional" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/xautosound-anuncio1.png" alt="x auto sound - institucional" width="219" height="88" /></p>
<p>Ok, o interessado pode até ser persuadido a clicar no anúncio e conhecer a sua empresa. “Será que eles vendem pela internet?” ou “será que eles têm atendimento pelo site?”, são algumas das perguntas que ele pode fazer antes de clicar, <strong>#ficadica</strong>.</p>
<p>Agora, e se a sua empresa também <strong>tivesse um blog</strong>, no qual fosse publicado conteúdo com frequência? Lógico, conteúdo relevante, interessante e relacionado ao nicho da sua empresa. Quando o <strong>potencial cliente</strong><em> </em>buscasse por “dvd automotivo”, o seu anúncio poderia ser:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-714" title="x auto sound - conteúdo" src="http://www.atilavelo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/xautosound-anuncio2.png" alt="x auto sound - conteúdo" width="228" height="86" /></p>
<p>Desta vez, você acertou em cheio. Era exatamente isso que o sujeito procurava saber e, ao ver no endereço que o anúncio o levará para um blog, ele é encorajado a clicar, pois ele não vê um anúncio institucional – <strong>vê conteúdo</strong>. No conteúdo do post anunciado, esse <strong>potencial cliente</strong> poderá tirar suas dúvidas, aprenderá e se sentirá mais confiante para fazer sua compra. E adivinhe onde é que ele está? No site de uma empresa que vende e instala o que ele quer!</p>
<p>Mesmo que o seu site não possibilite fechar um negócio, ou que o usuário pretenda comprar apenas no mês seguinte, são grandes as chances de ele se lembrar de que foi no blog da sua empresa onde tirou as dúvidas que tinha. Foi a sua marca que o ajudou, que o instruiu, que demonstrou entender do assunto e ser legal o suficiente para compartilhar o conhecimento que tem. Sendo assim, <strong>onde você acha que o sujeito vai comprar?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h3>O potencial do conteúdo para a sua marca</h3>
<p>Utilizar o conteúdo da marca (<em>branded content</em>) em conjunto com os links patrocinados pode ser muito mais eficiente do que utilizar o site institucional, colocando apenas o nome e segmento da empresa nos anúncios, como numa lista telefônica. Em vez de falar <em>“conheça nossa empresa”</em>, você dirá <em>“ei, eu tenho as respostas para suas perguntas e outras coisas que lhe interessam”</em>.  É o início de um <strong>relacionamento com a sua marca</strong>, que pode gerar frutos logo no início e/ou trazer muitos resultados a longo prazo.</p>
<p>O cliente que passa a consumir o seu conteúdo fica <strong>engajado</strong>, <strong>fidelizado</strong>, passa a <strong>recomendar</strong> e <strong>defender</strong> a sua marca. Mesmo que ele não compre nada, sua marca passará a ser citada nas conversas cotidianas do cliente, como <em>“Eu li outro dia, no blog da X Auto Sound, que não posso dirigir com fones de ouvido”</em> ou <em>“Amigo, não sai tão caro instalar um DVD para seus filhos, no banco de trás – eu li sobre isso, há pouco tempo, no blog da X Auto Sound”</em>. E é assim que cada vez mais pessoas são engajadas em torno da sua marca, mais pessoas passam a conhecer e confiar na sua empresa e, consequentemente, <strong>você passa a lucrar mais</strong>.</p>
<div class="shr-publisher-1605"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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