Artigos sobre ‘Mídias sociais’

a história das mídias sociais

Você provavelmente sabe usar o Twitter, o Facebook, o LinkedIn e às vezes ainda acessa sua conta no Orkut. Agora eu quero saber: você sabe como surgiram as mídias sociais? Como é que começou esta história das redes sociais por meio da internet?

É isto que busquei explicar na apresentação de slides que compartilho hoje. Você pode conferí-la abaixo e, se gostar, sugiro que compartilhe: tuite, curta, envie o link por e-mail, pegue o código embed e incorpore no seu blog… Fique à vontade, pois o conhecimento é coletivo! ;)


Li recentemente, no blog Mídia Boom, um artigo muito bacana, escrito por Felipe Morais, sobre os quatro pilares da comunicação digital. Nele, o autor afirma que estes pilares são: engajamento, relacionamento, conteúdo e presença digital.

Com base em sua experiência como planner, Felipe conta que o ideal é investir nestas quatro frentes, e que em todos os casos de sucesso que ele conhece, pelo menos uma delas foi bem trabalhada. Entretanto, o autor enfatiza que os pilares estão intrinsicamente ligados:

Percebeu o quanto esses pilares têm ligação um com os outros? É assim que o consumidor se comporta nas redes; é assim que ele interage com outras pessoas. (sic) Felipe Morais, no Mídia Boom

Quando estes quatro pilares não estão integrados, você ainda pode obter bons resultados. O engajamento e o relacionamento podem gerar tráfego, ajudar no branding e fidelização, estimular a recompra e a recomendação; o conteúdo pode ajudar a engajar, a desenvolver o relacionamento e também a construir a presença digital que, em si, significa não apenas estar presente, mas ser relevante no meio digital. Isso nos leva à outra questão…

 

Os dois erros mais comuns da estratégia de marketing web

Muitas estratégias de marketing na web contemplam apenas o básico, o “feijão com arroz”, que seria produzir um site institucional e (às vezes) investir em SEM (search engine marketing). Em outros casos, as empresas optam por dar início a um blog da empresa e abrir contas corporativas nas mídias sociais. A intenção é ótima, mas por que muitas vezes estas iniciativas não dão certo?

 

1. Pensamento inadequado

Criar um website corporativo vai muito além de transformar o folder da empresa em bits e bytes. Você não pode utilizar as mesmas fotos, os mesmos textos, a mesma disposição dos elementos. É preciso entender que a internet é outra mídia e que seus utilizadores possuem outros padrões de comportamento.

Para que um site corporativo seja eficiente, é preciso pensar nele como o centro da presença digital dinâmica e viva da sua marca. Lembrar que não há limites de espaço físico, como num folder, mas que informação desnecessária não agrega nada – só dificulta o gerenciamento do conteúdo e deixará seus visitantes (possíveis clientes) perdidos, sem encontrar o que procuram. Prestar atenção na usabilidade, clareza do texto para todos os públicos, enriquecimento com elementos visuais e iconografia, canais de contato fáceis e ágeis, entre outras, também é essencial para planejar um bom começo de presença digital eficiente.

 

2. Entrar no desconhecido mundo das mídias sociais sem um mapa

Após criar o blog, com um design superbacana, e abrir contas em todas as mídias sociais possíveis, muitas empresas acabam se perdendo. Às vezes, até produzem alguns posts e mandam alguns replies no Twitter, mas o trabalho vai muito além disso.

Não é adequado publicar apenas os releases, clippings e comunicados da empresa no blog, e o Twitter não serve apenas para enviar os links que direcionam para o seu website ou blog. Se a estratégia for essa, pare por aí, porque seu público não está interessado nisso.

Também não adianta colocar qualquer pessoa sem especialização (vulgarmente conhecidos como “os sobrinhos”) em áreas relacionadas à Comunicação e ao Marketing para fazer o serviço: os resultados podem ser desastrosos, como este aqui e este também.

Além disso, em grande parte dos casos os canais criados pelas empresas, inclusive seus blogs, acabam jogados às traças, abandonados num gigantesco cemitério virtual. Aí, o que acontece quando um cliente acessa estes canais? Percebe que a marca não está comprometida com o público, que não está interagindo, não está oferecendo valor por meio do conteúdo. Está ausente, frustrando seus visitantes que encontram apenas teias de aranha no espaço da marca.

O internauta é mais exigente, quer conteúdo, quer falar com as marcas e não está mais no site da marca A, B ou C. O digital está cada vez mais fragmentado e é preciso entender isso. (sic) Felipe Morais, no Mídia Boom

 

Estes são apenas os dois erros que julgamos mais comuns, entre diversos que poderíamos apontar, cometidos pelas empresas que não conhecem o meio digital ou são maldirecionadas. Portanto, meu amigo, cuidado. A internet parece um campo florido com áreas muito férteis, mas também existem seus campos minados. Você precisa saber onde pisa para que a internet, em vez de ser um bom negócio, não vire uma armadilha para a sua marca.

evite a tempestade no Facebook
O Social Bakers apontou dez erros que muitos de nós, profissionais das mídias sociais, cometemos com as páginas corporativas no Facebook. São dez questões interessantes sobre coisas que podemos evitar e alguns cuidados para que a página da sua empresa (fanpage) obtenha melhores resultados na maior mídia social do mundo. Vamos conferir:

 

1. Publicar com muita frequência no mesmo dia

Encher os fãs de atualizações da sua página, dificultando que eles acompanhem seus amigos, é algo que pode custar o engajamento do fã e pode até ser considerado spam.

Para empresas em geral, recomenda-se publicar conteúdo de 1 a 3 vezes por dia - mas somente se você tiver um ótimo conteúdo para compartilhar. Se a sua marca for um jornal ou outra empresa de mídia, é aceitável uma média de 6 a 12 publicações por dia.

2. Publicar o mesmo conteúdo duas vezes

Alguns profissionais de mídias sociais recomendam repetir, repostar, republicar o mesmo conteúdo (ou uma chamada para ele). Pense: pode ser que muita gente siga você com afinco e acabe cansada do seu estilo de papagaio. Caso realmente precise repetir, assegure-se de fazê-lo com uma nova roupagem, dentro de um novo contexto.

3. Bater boca com o cliente

Esta postura só vai gerar dor de cabeça e mais discussão acalorada. Se promover o bate-boca, pode contar com muitos fãs desconvertidos, geração de buzz negativo sobre a marca e um grande impacto prejudicial à percepção da marca.

4. Apagar comentários negativos

Em vez de apagá-los, o que é percebido pelo público como censura e falta de abertura, defina algumas regras e ações específicas para resolver diferentes tipos de comentários negativos. Não precisa fazer alarde, mas responder e respeitar a opinião do cliente é essencial (desde que não sejam agressores/trolls).

5. Publicar conteúdo em curtos períodos de tempo

Há uma sutil diferença entre publicar com muita frequência e publicar em curtos períodos. Mesmo que você insira apenas dois conteúdos em sua fanpage, procure distribuí-los durante o dia, em vez de enviá-los de uma só vez. Você aumenta suas chances de atingir pessoas diferentes e de ganhar a atenção dos fãs em momentos distintos.

6. Publicar apenas um tipo de conteúdo

É bem provável que você queira gerar tráfego para o seu site, mas os fãs não estão interessados apenas em receber links dele. Busque variar, alternando com algumas imagens, notas rápidas e vídeos relacionados ao seu segmento.

7. Publicar sem descrições

A clareza da informação é importantíssima. Por isso, lembre-se sempre de explicar aos fãs que receberão o seu conteúdo, em poucas palavras, que raios você está compartilhando.

8. Não responder aos fãs

Este é um grande erro. Como toda mídia social, o Facebook é um canal de comunicação de mão dupla. Portanto, conecte-se com seus fãs e engaje-os em seu Mural.

9. Demorar em responder aos seus fãs

O consumidor digital, o heavy user de internet e tecnologia é acostumado com rapidez em tudo e esta expectativa é a mesma no atendimento das empresas, especialmente nas mídias sociais. Não deixe seu público achar que não foi ouvido: procure respondê-los em até seis horas.

10. Não utilizar as abas da página

Talvez não possamos chamá-las mais de abas, pois foram movidas para baixo do logotipo/avatar, mas o conceito continua o mesmo: locais que vão além do Mural, Discussões e Informações. Explore todos os recursos multimídia e altamente personalizáveis das páginas.

 

E agora que as páginas do Facebook são tão populares e apresentam tanto potencial, será que vale a pena substituir o seu site por uma fanpage na mídia social? Busquei responder à pergunta neste artigo publicado no iMasters. Confira!

links patrocinados e conteúdo

Digamos que você tenha uma empresa que vende e instala som automotivo. Você investe na produção de um site e, para atrair visitantes e potenciais clientes, resolve fazer uma campanha de links patrocinados. Muito bem, é um caminho que deve trazer resultados. Se o site for bacana e o valor investido em publicidade for razoável, pode trazer bons resultados.

Mas, imagine um potencial cliente que vai até o Google porque deseja saber quais opções de DVD e som existem para o seu carro. Ele busca por “dvd automotivo” e, ao lado dos resultados da pesquisa, visualiza o seu anúncio. Provavelmente, seu texto seria algo como:

x auto sound - institucional

Ok, o interessado pode até ser persuadido a clicar no anúncio e conhecer a sua empresa. “Será que eles vendem pela internet?” ou “será que eles têm atendimento pelo site?”, são algumas das perguntas que ele pode fazer antes de clicar, #ficadica.

Agora, e se a sua empresa também tivesse um blog, no qual fosse publicado conteúdo com frequência? Lógico, conteúdo relevante, interessante e relacionado ao nicho da sua empresa. Quando o potencial cliente buscasse por “dvd automotivo”, o seu anúncio poderia ser:

x auto sound - conteúdo

Desta vez, você acertou em cheio. Era exatamente isso que o sujeito procurava saber e, ao ver no endereço que o anúncio o levará para um blog, ele é encorajado a clicar, pois ele não vê um anúncio institucional – vê conteúdo. No conteúdo do post anunciado, esse potencial cliente poderá tirar suas dúvidas, aprenderá e se sentirá mais confiante para fazer sua compra. E adivinhe onde é que ele está? No site de uma empresa que vende e instala o que ele quer!

Mesmo que o seu site não possibilite fechar um negócio, ou que o usuário pretenda comprar apenas no mês seguinte, são grandes as chances de ele se lembrar de que foi no blog da sua empresa onde tirou as dúvidas que tinha. Foi a sua marca que o ajudou, que o instruiu, que demonstrou entender do assunto e ser legal o suficiente para compartilhar o conhecimento que tem. Sendo assim, onde você acha que o sujeito vai comprar?


O potencial do conteúdo para a sua marca

Utilizar o conteúdo da marca (branded content) em conjunto com os links patrocinados pode ser muito mais eficiente do que utilizar o site institucional, colocando apenas o nome e segmento da empresa nos anúncios, como numa lista telefônica. Em vez de falar “conheça nossa empresa”, você dirá “ei, eu tenho as respostas para suas perguntas e outras coisas que lhe interessam”. É o início de um relacionamento com a sua marca, que pode gerar frutos logo no início e/ou trazer muitos resultados a longo prazo.

O cliente que passa a consumir o seu conteúdo fica engajado, fidelizado, passa a recomendar e defender a sua marca. Mesmo que ele não compre nada, sua marca passará a ser citada nas conversas cotidianas do cliente, como “Eu li outro dia, no blog da X Auto Sound, que não posso dirigir com fones de ouvido” ou “Amigo, não sai tão caro instalar um DVD para seus filhos, no banco de trás – eu li sobre isso, há pouco tempo, no blog da X Auto Sound”. E é assim que cada vez mais pessoas são engajadas em torno da sua marca, mais pessoas passam a conhecer e confiar na sua empresa e, consequentemente, você passa a lucrar mais.

Fiz uma renovação na lista de blogs que leio, acompanho e aprovo, todos que abordam temas relacionados ao universo da comunicação, marketing digital e propaganda.

32 blogs de comunicação, marketing digital e propaganda

São trinta e dois (provavelmente eu me esqueci de alguns). Alguns consagrados, outros nem tanto, mas todos com bastante conteúdo relevante, interessante e que vale a pena conferir e assinar seus feeds RSS (assine os meus também clicando aqui!). Você pode acompanhar a maior parte deles no Twitter também, nesta lista.

Para não haver favoritismo, a lista está em ordem alfabética. E se, no futuro, você quiser consultá-la, basta olhar na barra lateral aqui do blog!

Ah, você também tem um blog sobre o assuntoo? Deixe um comentário neste post contando para nós!

 

32 blogs sobre comunicação, marketing digital e propaganda

Coloque o mouse sobre cada nome para ler a descrição:

  1. A Bordo da Comunicação
  2. Adivertido
  3. Aletp.com
  4. Blog de Brinquedo
  5. Blog Mídia8
  6. Bruno de Souza
  7. CHMKT
  8. Comunique9
  9. Coxa Creme
  10. Dr. Conteúdo
  11. e-Commerce Brasil
  12. Erros de Marketing
  13. iMasters
  14. IT WEB
  15. Mídia Boom
  16. Mídia Buzz
  17. Mídias Sociais . Net
  18. Mídias Sociais Blog
  19. Midiatismo
  20. Mundo do Marketing
  21. Nós da Comunicação
  22. Ponto Marketing
  23. Proxxima
  24. Puta Sacada
  25. Quadro dos Bemóis
  26. Tecnoblog
  27. Tecnocrata Digital
  28. Tudo, Mais Tudo Mesmo
  29. Viu Isso?
  30. Webdiálogos
  31. Webinsider
  32. Wordsmith

 

Colmeia: O melhor dos blogs

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