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Encontrei este texto no Facebook do amigo Vinícius Spanghero e não resisti a compartilhá-lo aqui. Não sei autor, fonte, data e nem revisei a correção do texto. De qualquer forma, a mensagem é fantástica!

Tá reclamando do Lula? Do Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do Delúbio? Da Roseanne Sarney? Do Jader Barbalho? Dos políticos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais de 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
- Coloca nome em trabalho que não fez;
- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença;
- Paga para alguém fazer seus trabalhos (de faculdade, escolar, etc.);
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas;
- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura;
- Fala no celular enquanto dirige;
- Usa o telefone da empresa para ligar para o celular dos amigos (“me dá um toque que eu retorno”), assim o amigo não gasta;
- Trafega pela direita nos acostamentos quando há congestionamento;
- Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas;
- Viola a lei do silêncio;
- Dirige após consumir bebida alcoólica;
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
- Espalha churrasqueira e mesas nas calçadas;
- Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
- Faz “gato” de luz, de água e de tv a cabo;
- Registra imóveis no cartório com valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
- Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto;
- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20;
- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes e idosos;
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata;
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo do bicho;
- Leva, das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse roubo;
- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha;
- Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve;
- E quer que os políticos sejam honestos! Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas…
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Aliás, carteirinha falsa de estudante é uma coisa que se encaixa perfeitamente nessa lista! Brasileiro reclama de quê, afinal? Com que moral?
Sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
A nossa moral e o nosso caráter definem quem somos. Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!
“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos…”

Que modelo de negócios apresenta mais potencial: da Ferrari ou das Casas Bahia? Por mais que o segmento de luxo também esteja num momento positivo, a maior base de consumidores no Brasil está no meio do losango social. Losango?
Sim, uma pesquisa da Cetelem BGN revelou que não temos mais uma pirâmide social no Brasil, em que a base é composta pelos mais pobres, nem mesmo uma pirâmide invertida, com as classes D e E no topo mais largo, dominando o consumo. O que temos agora é um losango, ou seja, a classe C, localizada no centro da forma geométrica, representa 53% da população brasileira, com 101 milhões de pessoas. E do ponto de vista econômico, ela é superativa.
Meio digital na classe C
No meio digital, os dados são impressionantes, com o crescente aumento do acesso à informática (assista ao vídeo abaixo), à banda larga e tevê paga, e também aos smartphones – inclusive com plano de dados. O tráfego de dados móveis no Brasil deve quadruplicar nos próximos quatro anos, devendo-se muito mais à ascensão da classe C do que à nova cultura dos tablets.
Do total de usuários de celular no Brasil, 54,9% são da classe C. Entre os 101 milhões de pessoas da classe C, 66% têm aparelhos que conseguem acessar a internet, entre computadores, celulares e laptops.
Juventude popular e economicamente ativa
Renato Meirelles, do instituto de pesquisas Data Popular, afirma que é preciso superar algumas barreiras culturais se quisermos direcionar nosso negócio a este público. Muitas marcas não querem ser reconhecidas como populares, não se aproximam do público, não conhecem a cultura e a vida dessas pessoas e, por isso, acabam errando em suas estratégias.
Mas será possível ignorar a classe C, sendo que ela representa 80% dos internautas e responde por 76% do consumo no País? Percentualmente, o acesso à internet tem maior penetração nas classes A e B, mas em quantidade total a C já domina a grande rede.
Renato também destaca que, nas classes populares, os mais jovens têm mais influência, pois 68% deles estudaram mais do que seus pais, fazendo com que tenham mais conhecimento, influência nas compras e facilidade para obter melhores salários.
E você, vai de Ferrari ou de Fiat?
Infográfico muito legal da Revista Superinteressante do mês de dezembro/2010 apresenta dados sobre a força do Twitter no Brasil. Confira:

A matéria explica que os dados são da revista Time. A justificativa deles para a representatividade do Brasil no Twitter é que “os brasileiros querem mostrar que o país é importante” e que “era uma forma dos pobres terem acesso aos seus ídolos”. Já a Revista Super lembrou algo interessante: há mais de 4 anos, quando o mundo mal conhecia o termo “mídias sociais”, no Brasil o Orkut já estava bombando… (e havia outros, como 1grau, Beltrano e iVox)
Enquanto muitos estão preocupados com a adaptação às novas regras ortográficas da língua portuguesa, alguns ainda abusam do estrangeirismo, sem o menor pudor e preocupação com regras. A influência do idioma inglês em nossa cultura é muito marcante e, além do vocabulário que estamos acostumados, existem muitas variações, talvez até dialetos de difícil compreensão – mesmo para quem está acostumado com português E inglês.
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Confira algumas pérolas desta influência do EN sobre o pt-BR, presentes em pontos-de-venda ao redor de nosso país:
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