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spam como você nunca viu - anúncio propaganda

Você certamente já viu vários anúncios durante a sua vida, propaganda comum. E também já se irritou com Spam, as mensagens indesejadas, que chegam sem pedir licença. O que talvez você não tenha visto ainda é uma propaganda DE spam!

A Origem do Termo Spam

Sim, o termo Spam usado nos dias de hoje surgiu como nome de um produto. Era uma carne enlatada, que em seu próprio rótulo era descrito como miúdos de animais (spare parts animal meat). Dizem que o produto era rosado, com uma substância gelatinosa nojenta sobre ela. Spam era um dos poucos alimentos fartos durante a 2.ª Guerra Mundial e as pessoas estavam enjoadas dele. Humoristas do grupo Monty Python satirizaram o produto num quadro em que uma garçonete insiste em empurrar Spam sobre os clientes, que tentam pedir outras coisas, mas ela continua repetindo “Spam, Spam, Spam”.

O Anúncio de Spam

Veiculado no Ladies Home Journal em 1945, para vender Spam o anúncio defende que é festivo e divertido fazer uma torta de ponta-cabeça com Spam (spam upside down pie). A dica de preparo sugere que se forme um gorduroso anel com fatias de Spam, bolachas sortidas, mais Spam e o centro preenchido com patê de queijo.

Spam - da lata para o PC

Alguns famigerados e-mails encaminhados que a gente recebe podem ter palavras estratégicas propositais. Diversas vezes, ao perder nosso tempo lendo esses “fwd’s” , podemos estar sendo expostos a algum tipo de comunicação mercadológica.

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Imagine uma piada qualquer. Então, insira no contexto alguma marca. Como naquelas famosas piadas de matrimônio: “então o maridão chega em casa, todo contente em sua Tucson novinha, e sua mulher…”. Acaba passando despercebido.

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Difícil é saber quando esta inserção foi proposital ou não. Em alguns casos, a marca é inserida num contexto depreciativo, mas, em geral, são apenas coadjuvantes. Talvez seja impossível saber o que é fruto de um profiça de marketing e o que é simplesmente inserido por leigos para ilustrar a piada.

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Mas quais seriam as vantagens disto?

Várias. Listarei três: primeira, custo zero. Segunda, é como se fosse um product placement: a marca aparece, mas não é protagonista, então não é criado um valor consciente. Terceira, o valor consciente associado à marca é o do momento de descontração, aquele momento gostoso de entretenimento com uma piada, que provavelmente foi enviada por alguém que gostamos. Desta forma, caracteriza-se uma ação de marketing viral.

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Pois é, você achou que só era possível fazer um viral com vídeo de futebol no YouTube ou hotsite com joguinhos? Não, existe esta fórmula fácil, simples e barata. Você pode até duvidar que algum, entre todos estes branded e-mails, seja proposital. Mas que a divulgação da marca acontece, acontece. Fica a dica para os criativos!

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Exemplo (recebi por e-mail):

O texto recebi por e-mail, o cabeçalho é só pra ilustrar

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