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coragem para empreender!

Grasshopper é uma empresa que oferece o serviço de telefonia virtual para empreendedores. É como se fosse um PABX sofisticado e virtualizado: você escolhe um número, grava sua mensagem, adiciona extensões para departamentos (mesmo se a empresa for somente você, apenas para dar credibilidade), recebe chamadas encaminhadas em qualquer lugar onde estiver, põe chamadas em espera com musiquinha, recebe fax e mensagens de voz por e-mail. Mas não se empolgue: eles atendem apenas a América do Norte.

Então por que estamos falando sobre eles? Porque em 2009, quando os EUA passavam por dificuldades consequentes da crise econômica, eles produziram um vídeo muito bacana sobre empreendedorismo, para estimular as pequenas iniciativas que, juntas, fazem uma grande diferença na economia.

A seguir, você pode conferir o vídeo (alltype) em inglês e, mais abaixo, nossa tradução livre. Enjoy it!

 

 

Tradução livre da transcrição, por Atila Velo

Você se lembra de quando era criança e pensava que podia fazer qualquer coisa? Você ainda pode. Pois muito do que consideramos impossível é fácil de superar. Porque, caso você ainda não tenha percebido, vivemos num lugar onde uma única pessoa pode fazer diferença. Quer uma prova?

Olhe para as pessoas que construíram o nosso país (EUA): nossos pais, avós, nossas tias, tios. Eles eram imigrantes, recém-chegados, prontos para deixar suas marcas. Talvez tenham vindo com pouco dinheiro, ou talvez não tivessem nada exceto uma única e brilhante ideia.

Essas pessoas eram pensadores, fazedores, inovadores. Até que chegaram com o nome empreendedores. Eles (os empreendedores) mudam a forma como pensamos sobre o que é possível. Eles têm uma visão clara de como a vida pode ser melhor para todos nós, mesmo quando os tempos são difíceis.

Neste momento, é difícil ver quando nossa visão está tumultuada por obstáculos. Mas turbulência cria oportunidades para sucesso, realização, e nos estimula a descobrir novas maneiras de fazer as coisas.

Então, atrás de quais oportunidades você irá e por quê?

Se você é um empreendedor, você sabe que o risco não é a recompensa. Não, as recompensas são conduzir à inovação, mudando a vida das pessoas, criando empregos, impulsionando o crescimento e fazendo um mundo melhor.

Empreendedores estão por toda a parte. Eles cuidam de pequenos negócios que sustentam nossa economia; criam ferramentas que ajudam você a ficar conectado com amigos, família e colegas ao redor do mundo. E estão encontrando novas maneiras de ajudar a resolver os problemas mais antigos da nossa sociedade.

Você conhece um empreendedor? Empreendedores podem ser qualquer pessoa, até mesmo você. Então agarre a oportunidade para criar o emprego que você sempre quis. Ajude a curar a economia, faça a diferença. Leve o seu negócio a novos patamares.

E o mais importante: lembre-se de quando você era criança, quando tudo estava ao seu alcance, e então diga a si mesmo, com a voz baixa, mas com determinação: “tudo ainda está”.

As novas classes C, D e E no Brasil

Que modelo de negócios apresenta mais potencial: da Ferrari ou das Casas Bahia? Por mais que o segmento de luxo também esteja num momento positivo, a maior base de consumidores no Brasil está no meio do losango social. Losango?

Sim, uma pesquisa da Cetelem BGN revelou que não temos mais uma pirâmide social no Brasil, em que a base é composta pelos mais pobres, nem mesmo uma pirâmide invertida, com as classes D e E no topo mais largo, dominando o consumo. O que temos agora é um losango, ou seja, a classe C, localizada no centro da forma geométrica, representa 53% da população brasileira, com 101 milhões de pessoas. E do ponto de vista econômico, ela é superativa.

 

Meio digital na classe C

No meio digital, os dados são impressionantes, com o crescente aumento do acesso à informática (assista ao vídeo abaixo), à banda larga e tevê paga, e também aos smartphones – inclusive com plano de dados. O tráfego de dados móveis no Brasil deve quadruplicar nos próximos quatro anos, devendo-se muito mais à ascensão da classe C do que à nova cultura dos tablets.

Do total de usuários de celular no Brasil, 54,9% são da classe C. Entre os 101 milhões de pessoas da classe C, 66% têm aparelhos que conseguem acessar a internet, entre computadores, celulares e laptops.

 

Juventude popular e economicamente ativa

Renato Meirelles, do instituto de pesquisas Data Popular, afirma que é preciso superar algumas barreiras culturais se quisermos direcionar nosso negócio a este público. Muitas marcas não querem ser reconhecidas como populares, não se aproximam do público, não conhecem a cultura e a vida dessas pessoas e, por isso, acabam errando em suas estratégias.

Mas será possível ignorar a classe C, sendo que ela representa 80% dos internautas e responde por 76% do consumo no País? Percentualmente, o acesso à internet tem maior penetração nas classes A e B, mas em quantidade total a C já domina a grande rede.

Renato também destaca que, nas classes populares, os mais jovens têm mais influência, pois 68% deles estudaram mais do que seus pais, fazendo com que tenham mais conhecimento, influência nas compras e facilidade para obter melhores salários.

 

E você, vai de Ferrari ou de Fiat?


O Ministro da Fazenda anunciou aumento no imposto sobre o cigarro, que aumenta o preço  do produto em 30%. Eles acham que cobrando mais caro, as pessoas vão parar de fumar e o Governo terá menos gastos com saúde pública. Mas a realidade é outra. As pessoas não vão parar de fumar. Quem tiver condições, vai reclamar e continuar comprando normalmente – e, consequentemente, terá menos dinheiro para comprar outras coisas. Quem não tiver condições, ou seja, grande parcela da sociedade, irá migrar progressivamente (como já tem feito) para o mercado informal, dos cigarros ilegais, trazidos de fora do país (dizem que vem do Paraguai).
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Lula fumando um cigarrinho

Lula: para o salário dele não fará diferença

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Quem ganha com isso?

Os contrabandistas e as indústrias estrangeiras.

Quem perde?

A arrecadação de imposto do Brasil, a saúde pública (pois a qualidade dos contrabandeados é pior), as indústrias e produtores rurais do ramo tabagista de nosso país (o que gera desemprego) e a qualidade de vida em geral do cidadão.
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Considero esta uma medida que restringe a liberdade de escolha do indivíduo. Uma proposta estúpida, inconsequente, que não respeita a democracia e o livre mercado. Mais uma vez, a cambada que foi eleita para nos representar com Poder Público, ajuda a piorar ainda mais nossa vida. Espere e confira a quantidade de gente fumando marcas estranhas…
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Gisele Bündchen: fumando um cigarrinho

Gisele Bündchen: quem ganha mais não vai migrar para os “paraguaios”

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Trechos extraídos de UOL Economia:

O aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e PIS/Cofins sobre o cigarro, anunciado hoje [30/03/2009] pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve entrar em vigor daqui a um mês e pode elevar o custo do cigarro em cerca de 30%. Essa receita deve compensar parcialmente as reduções de IPI em itens do setor de construção civil e automobilístico também anunciadas hoje por Mantega. [...] Na avaliação da companhia [Philip Morris], com uma reforma tributária mais aprofundada, a previsão de arrecadação fica mais estável e diminui-se também a incidência de informalidade nesse segmento.

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