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Não, não. Só mais um grande ruído no melhor estilo lost in translation.
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Ouve-se falar que a tendência agora é empurrar slogans curtos. Pois a TBWA/Chiat/Day de Los Angeles ajudou a Visa nesta missão. Uma campanha institucional suntuosa. Só que, para exportá-la, é preciso planejamento.
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Vamos exportar comunicação. Ok, primeira coisa a verificar: que língua se fala no país de destino? Culturalmente compatível? E o cenário mercadológico? Bah. Três perguntas que esqueceram de fazer.
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Resultado? Uma campanha visualmente incrível, só que cheia de ruídos.
- Primeiro ruído: duplo slogan: “GO.” era o mote em inglês, que marca presença visualmente nas peças. Então, junto ao “GO.” empurraram um “Mais pessoas vão com Visa”. Qual é o slogan? Então Visa me carrega? Visa é transporte para que eu vá com ele?
- Segundo ruído: a palavra, em inglês, “go” tem pronúncia muito próxima da palavra, em português, “gol”. É gol? Visa tem algo que ver com futebol?
- Terceiro ruído: a predominância da cor laranja somada à pronúncia “gol”, somada ao slogan “Mais pessoas vão”, criam uma baita confusão entre uma empresa de cartões de crédito e outra empresa de transportes aéreos. Go, Gol, laranja, venha conosco!
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A versão original foi narrada por Morgan Freeman, a nacional, por Antonio Fagundes (se não me engano). Nem isso salva essa péssima importação de propaganda. Da próxima vez, espero que o pessoal da TBWA/Chiat/Day de Los Angeles peça ajuda aos planners brasileiros.
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Confira o vídeo da campanha:
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Fonte: release Visa
matéria no Brainstorm9
Para quem ainda não sabe, o Asus Eee Box é a versão desktop do portátil Eee PC. Ele realmente tem o tamanho próximo do Nintendo Wii, e recursos bem parecidos.
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Digamos que o argumento poderia ter sido o tamanho da torre, que realmente é micro perto de um PC convencional. Mas, como ele também possui um controle remoto que pode ser usado para jogar, como o Wii Remote, este recurso foi amplamente evidenciado.
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O grande diferencial é que o Asus Eee Box pode ser utilizado como estação de trabalho e, assim como o Nintendo Wii, como entretenimento. Com o controle remoto é possível apresentar slideshows, substituindo o mouse ou aqueles controles com laser vermelho.
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Enfim, o produto em si é muito interessante, seus recursos são ótimos. Porém, a comunicação deixou a desejar. Parece que tentaram ser retrô ou usar o exagero como conceito (tal qual Polishop), mas o resultado final foi um anúncio horrível.
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Veja-o abaixo, tire suas conclusões e comente!
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Sobre o Eee Box na CeBit 2009
Ótima reportagem sobre a campanha que os ateus do mundo resolveram fazer, sem fins lucrativos. A matéria saiu na SuperInteressante deste mês. Como o pessoal é “superantenado” e “superligado” em marketing, vão sacar que a folha escaneada é mídia espontânea… Confira abaixo a matéria:
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Fonte: SANTOS, Marcos R. revista SuperInteressante, nº 263, editora Abril, março de 2009, pág. 33/98.
Incrível trabalho da agência Fischer / Lisboa. Com o conceito “e tudo termina em dinheiro” eles criaram cédulas das moedas cubana, alemã, russa e chinesa para divulgar o Diário Econômico. Confira as 4 belíssimas criações:
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Créditos:
Agência: Fischer Portugal, Lisboa
Diretor de Criação: Diogo Mello
Direção de Arte: Marco Martins
Copywriter: Rafael Pitanguy
Fotógrafo: Antonio Vianna
Fonte: Adverbox
Outro dia vi que os chineses utilizaram Keanu Reeves, Sean Connery e David Beckham numa campanha deste tipo de remédio. Pois é, a Pfizer resolveu entrar na onda e comprou apenas o conceito do filme de Brad Pitt, Benjamin Button. Confira:
[flash http://www.youtube.com/watch?v=WBSgULPU6WM]
Inspirado no filme “Benjamin Button”, em que Brad Pitt interpreta personagem que nasce idoso e, com o tempo, fica mais jovem, os fabricantes do Viagra – remédio para disfunção erétil – colocaram uma nova campanha no ar que vem causando polêmica nos EUA. No filme publicitário, um casal da terceira idade chega em casa de uma festa, muito apaixonados. No caminho do carro até o apartamento, porém, eles ficam cada vez mais jovens, até que, quando chegam ao quarto, não passam de dois adolescentes loucos por sexo. Ao final da campanha, o texto diz “Como se fosse a primeira vez”. Alguns conservadores norte-americanos, porém, acreditam que a mensagem pode, de alguma forma, incentivar jovens a recorrer ao medicamento para melhorar o seu desempenho sexual.









