Posts com a tag ‘publicidade’

Fiz uma renovação na lista de blogs que leio, acompanho e aprovo, todos que abordam temas relacionados ao universo da comunicação, marketing digital e propaganda.

32 blogs de comunicação, marketing digital e propaganda

São trinta e dois (provavelmente eu me esqueci de alguns). Alguns consagrados, outros nem tanto, mas todos com bastante conteúdo relevante, interessante e que vale a pena conferir e assinar seus feeds RSS (assine os meus também clicando aqui!). Você pode acompanhar a maior parte deles no Twitter também, nesta lista.

Para não haver favoritismo, a lista está em ordem alfabética. E se, no futuro, você quiser consultá-la, basta olhar na barra lateral aqui do blog!

Ah, você também tem um blog sobre o assuntoo? Deixe um comentário neste post contando para nós!

 

32 blogs sobre comunicação, marketing digital e propaganda

Coloque o mouse sobre cada nome para ler a descrição:

  1. A Bordo da Comunicação
  2. Adivertido
  3. Aletp.com
  4. Blog de Brinquedo
  5. Blog Mídia8
  6. Bruno de Souza
  7. CHMKT
  8. Comunique9
  9. Coxa Creme
  10. Dr. Conteúdo
  11. e-Commerce Brasil
  12. Erros de Marketing
  13. iMasters
  14. IT WEB
  15. Mídia Boom
  16. Mídia Buzz
  17. Mídias Sociais . Net
  18. Mídias Sociais Blog
  19. Midiatismo
  20. Mundo do Marketing
  21. Nós da Comunicação
  22. Ponto Marketing
  23. Proxxima
  24. Puta Sacada
  25. Quadro dos Bemóis
  26. Tecnoblog
  27. Tecnocrata Digital
  28. Tudo, Mais Tudo Mesmo
  29. Viu Isso?
  30. Webdiálogos
  31. Webinsider
  32. Wordsmith

 

Não tenho assistido muito à televisão, confesso. Mas tanto na TV aberta como na paga, a publicidade não tem exibido muita criatividade. Vemos muitas repetições de fórmulas comuns, clichês super ultrapassados ou então, quando tentam inovar, as criações acabam saindo meio sem sentido, meio sem graça, meio sem eficácia.

Entretanto, hoje vi um anúncio que me cativou, que conseguiu resgatar um pouco dos tempos áureos da publicidade brasileira (lembra da DPZ e W/Brasil?). É o anúncio da ZAP Imóveis, site de anúncios do Grupo Estado. Do ponto de vista da redação publicitária, ele abusa das (queridas dos publicitários) figuras de linguagem: a metáfora, na “casa” do pássaro sendo comparada às nossas casas; e a prosopopeia, por utilizar animais irracionais como protagonistas racionais.

Apesar da utilização das figuras de linguagem ser comum na publicidade, elas foram muito bem empregadas, com um texto e uma produção criativos, marcantes e simpáticos. Confira:

Ficha Técnica:

FILME
Título: João
Cliente: Zap SA Internet
Produto: Imóveis
Agência: NBS
Diretor de Criação: Pedro Feyer e André Lima
Criação: Cássio Faraco e Giuliano Cesar
Atendimento: Alexandre Grynberg, Ana Coutinho e Beatriz Molinari
Planejamento: Gisela Toledo, Rodrigo Néia e Vitor Amos
RTV: Bia Traldi
Aprovação Cliente: André Molinari, Eduardo Schaeffer e Glaucia Tacaoca
Produtora: Sentimental Filmes
Direção: Camila Faus
Direção de Fotografia: Ted Abel
Atendimento Produtora: Wander Damiani
Montagem / Edição: Rami Aguiar
Produtora de Áudio: Panela

Em resposta ao post “Entendendo Redes Sociais e Mídias Sociais assim como suas ferramentas” do Mídias Sociais blog:


“Propaganda” ou “publicidade”?

Philip Kotler e Kevin Lane Keller definem, em “Administração de Marketing”, PROPAGANDA como: “qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promocional de ideias, bens ou serviços por um patrocinador identificado”.

PUBLICIDADE só aparece como recurso do profissional de Relações Públicas. Quando algo é bom ou ruim, a marca tem publicidade positiva ou negativa, ou seja, divulgação espontânea e que foge ao controle da empresa.

O conceito, por causa da “propaganda” nas grandes guerras (a propaganda moderna deve muito ao nazista Joseph Goebbels), foi afastado do vocabulário anglicano e norte-americano. Lá, eles usam ‘advertising’ para o que chamamos de ‘propaganda’. O que chamamos de ‘publicidade’, para eles é ‘public relations’ (exercida pelo PR Manager). Propaganda, para eles, é um termo que define propagação ideológica sem escrúpulos, como nas guerras.


“Redes sociais” ou “mídias sociais”?

Coloquialmente utilizamos ambos como sinônimos. Entretanto, o termo rede social é super antigo no mundo corporativo, sempre foi usado com relação à construção de networks. Se temos uma mídia (a internet/um site) intermediando a rede social, então esta mídia é social (mas, dentro dela, existe a rede).

No final das contas, em ambos os casos, no dia-a-dia não faz muita diferença usar um termo ou outro. No final das contas, hoje nos referimos à publicidade apenas como retorno de mídia ou conteúdo gerado por usuário. Já as redes sociais sem mídias intermediadoras são chamadas apenas de networks. A linguagem técnica e seus conceituadores devem ser tão flexíveis quanto ela própria, o mundo muda, evolui, progride, assim como nossa língua. Sendo assim, debater terminologias retrógradas é jogar conversa fora!

Uma quitanda, ou melhor, mercado de vegetais do Espírito Santo, aprovou uma campanha super ousada, despojada e criativa. Trata-se de sátiras vegetais com nomes de grandes sucessos de Hollywood, como “Melão Rouge” e “Pimentão Valente”.

Pode ser considerada uma campanha que acompanha as recentes tendências de sustentabilidade, pois a campanha é toda verde. Tá, a piada foi ruim, mas a campanha, feita pela agência MP Publicidade foi bem legal.

Intitulada “Aqui a natureza é a estrela”, esta campanha não é novidade para alguns, mas para quem ainda não viu, vale a pena conferir!

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Talvez você já tenha visto este caso, pois de tão inovador sua repercussão foi tremenda: diversas emissoras de tv, até mesmo internacionais, citaram o criativo brasileiro Leopoldo Buosanti. Seu mérito está na inovação, pois instalou em seu estabelecimento comercial (um boteco) uma cabine telefônica – sem telefone algum.
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O grande diferencial da cabine é o isolamento de som externo e a simulação de som ambiente que possui. A finalidade é enganar outras pessoas, por meio do telefone celular, sobre sua localização. Você pode entrar na cabine e escolher som “Trânsito” e dizer à sua namorada que está preso no trânsito, que não vai dar pra jantar com a sogra. Aí, só alegria: pode ficar enchendo a cara com os amigos a noite toda.
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Genial. Por quê?

1. Os clientes conseguem burlar impedimentos pessoais para passar mais tempo no local, consumindo.

2. A inovação torna-se referência, ponto turístico do estabelecimento. Ganha fama.

3. O retorno de mídia espontâneo foi incrível, sem investir em comunicação muita publicidade foi gerada.

4. Nunca ninguém havia feito antes, mesmo sabendo desta “demanda”.

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Escolhi uma das diversas reportagens disponíveis no YouTube, confira:

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Parabéns, Leopoldo! Apresse-se e atualize o site do Boteco Brasil, pois nele ainda não há referência ao seu grande gerador de brand equity!
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Clique aqui para ler matéria do G1
Clique aqui para ver mais vídeos no YouTube
Clique aqui para conhecer o site do estabelecimento

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