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Você provavelmente sabe usar o Twitter, o Facebook, o LinkedIn e às vezes ainda acessa sua conta no Orkut. Agora eu quero saber: você sabe como surgiram as mídias sociais? Como é que começou esta história das redes sociais por meio da internet?
É isto que busquei explicar na apresentação de slides que compartilho hoje. Você pode conferí-la abaixo e, se gostar, sugiro que compartilhe: tuite, curta, envie o link por e-mail, pegue o código embed e incorpore no seu blog… Fique à vontade, pois o conhecimento é coletivo!

Há alguns anos, a agência Talent criou uma campanha muito bacana para o portal do jornal O Estado de São Paulo na internet. Ela questionava se o espectador realmente tinha conteúdo, ou apenas fazia “cara de conteúdo”. Você pode assistir ao primeiro vídeo aqui e ao segundo aqui. Agora, vamos resgatar essa questão: você tem conteúdo?
Na web – pelas mídias sociais e blogosfera -, e fora dela, algumas pessoas são vistas como sem graça, sem relevância, sem conteúdo. Mesmo que ocupem cargos importantes ou tenham bastante desenvoltura, a imagem pessoal delas não transmite profundidade.
Eu tenho conteúdo?
A definição do dicionário Michaelis é ampla, mas pode ser resumida em “aquilo que está contido” e, para a Sociologia, “o mesmo que cultura”. No contexto dessa análise, o conteúdo buscado está contido nas pessoas e tem relação com a bagagem cultural, opiniões e bom senso delas. Todos têm um pouco de cada um destes elementos. Sendo assim, todos têm conteúdo (mesmo os que não leem o Estadão). Então, por que algumas pessoas parecem que têm apenas “cara de conteúdo”? Alguns fatores podem ser apontados:
- Falta de tempo: o sujeito não consegue encontrar um tempinho para manter um blog, um perfil no Twitter, ou está sempre com pressa e não desenvolve conversas (mesmo pessoalmente);
- Perfil introspectivo: chamar pouca atenção e passar despercebido são as metas deste sujeito, que não se sente à vontade em se abrir para o mundo, para as pessoas, mesmo que ali dentro exista muito conteúdo;
- Comunicação e expressão: tudo faz sentido e está organizado de forma linear em sua mente, mas quando ele tenta explicar o que pensa, suas opiniões, crenças e valores, simplesmente não consegue encontrar as palavras certas, ordenar as ideias e cativar os outros.
Com prática, tempo e estudo, todos podem mostrar ao mundo seu conteúdo, construir suas imagens pessoais, ganhar reconhecimento e relevância. Entretanto, é possível obter assistência de consultorias que treinam e indicam caminhos, ou – como no caso de celebridades, políticos, esportistas e executivos muito ocupados -, recorrer a profissionais especializados, que orientam o cliente, produzem conteúdo alinhado ao seu perfil e gerenciam sua imagem na internet e fora dela.
Trabalhe seu conteúdo, construa valor e credibilidade – ou então, deixe seu conteúdo comigo! :]

Muitas empresas ainda acham que, para motivar e engajar seus colaboradores, basta distribuir chocolate, espalhar wobblers pelo ambiente e dar presentes de Natal para seus filhos. Mas o cenário mudou, evoluiu – e bastante!
Agora existem diversas maneiras de integrar, como nunca, toda a equipe da sua empresa, inclusive fazer com que os departamentos mais distantes interajam e criem harmonia. Isso aumenta a produtividade, a satisfação com o emprego e ainda diminui a famosa “rádio-peão”.
Mídias sociais e o Endomarketing
Do ponto de vista corporativo e mercadológico podemos afirmar que, acima de tudo, as mídias sociais são canais para a criação e manutenção de Relacionamento e Posicionamento (reputação). Claro que elas também podem servir para gerar vendas, realizar promoções e comunicar qualquer coisa, mas o maior potencial da utilização estratégica das mídias sociais está ligado ao Relacionamento e Posicionamento. E quando se trata do público interno de uma empresa a fórmula é muito parecida.
As mídias sociais podem (ou devem) ser utilizadas para desenvolver e aprimorar o Relacionamento entre todos os funcionários, de forma horizontal e desburocratizada. Por meio de um blog na intranet, o CEO pode manter contato com todos, informando e recebendo feedback. Cada setor da empresa (e por que não todos os profissionais?) podem ter seus blogs para fazerem um acompanhamento mútuo e recíproco de projetos, novidades, experiências que deram certo, entre outros assuntos que sejam de interesse comum.
Além dos blogs, as mídias sociais com foco profissional, como o LinkedIn, também podem ser muito úteis para o aprendizado e atualização, gestão e aumento de network e acompanhamento de notícias corporativas. E que tal ter um Twitter exclusivo para sua empresa, no qual em vez de publicarem “o que está acontecendo” ou pensamentos cotidianos, as pessoas publicassem “em que estou trabalhando”, “indo para reunião externa”, “acabei de voltar do almoço”, frases inspiradoras, avisos institucionais rápidos como “o banheiro do 2º andar está em manutenção” ou ainda links com artigos relevantes, notícias sobre o nicho da empresa? Pois isso já acontece dentro de diversas empresas com a utilização do Yammer, o Twitter corporativo que permite a criação de redes sociais exclusivas para as empresas.
Mudança cultural
Incorporar mídias sociais e outras ferramentas da web 2.0 na cultura de uma empresa pode ser um processo difícil e demorado, mas certamente muito valioso. As possibilidades não terminam na comunicação interna: o debate, a troca de opiniões e a concepção colaborativa apresentam potencial maior do que qualquer brainstorm feito nas tediosas salas de reunião. A Pepsi possui um bom exemplo: no site Refresh Everything, seus colaboradores podem enviar, debater e refletir sobre as causas que mais merecem investimentos da empresa, que destinou 1 milhão de dólares para isso.
Um dos maiores desafios das empresas, além de conseguir engajar a todos, é convencer os gestores a correrem o risco da exposição, o risco do vazamento de informações. Entretanto, esse risco é algo real e impossível de conter. Mesmo que você bloqueie o acesso à internet, seu funcionário ainda poderá tirar fotos com o celular e postar no Facebook, poderá atualizar seu perfil no Twitter contando tudo o que está acontecendo e até mesmo gravar em vídeo conversas sigilosas e segredos industriais, para postar no YouTube quando chegar em casa.
Resumindo, é preciso parar de temer e resistir à internet e utilizá-la positivamente, a favor da empresa nos dois âmbitos do Marketing: com o cliente externo e também com o cliente interno.
Olá! Estou postando pouco por aqui, na minha própria casa, mas web afora tenho contribuído com a geração de conteúdo. Que tal conferir um pouco do que tenho compartilhado? Confira abaixo:
No @iMasters:
No @CampanhaDigital:
- Tumblr – para que serve e como utilizá-lo com eficácia
- Para que serve SEO,Search Engine Optimization?
- Conheça todas as empresas compradas pelo Google nos últimos 10 anos
- Mídias sociais além da geolocalização: agora a vez é dos viajantes
- Agressões às marcas no Twitter:o que fazer para minimizar os danos?
- China copia Foursquareno embalo da geolocalização
- Geração Y ou Geração Facebook? [infográfico]
- A (quase) resumida história das mídias sociais
- As mídias sociais valem o investimento?
- Qual a melhor formação para trabalhar com mídias sociais?
- Desvendando os Aplicativos SociaisSocial APPs (apresentação de slides)
- Os avanços da inclusão digital no Brasil
- As Mídias Sociais estão renovando a Educação
Leia, compartilhe, acrescente, critique… fique à vontade, o conteúdo é nosso!
ATUALIZAÇÃO – JANEIRO/2012
Para construir facilmente backgrounds para o NOVO novo Twitter (2x mesmo) você pode baixar os mockups disponibilizados NESTE LINK, da Smashing Magazine.

Com a mudança de formato vinda nessa nova versão do Twitter, muitos backgrounds tornaram-se incompatíveis, quebrando suas mensagens, escondendo as imagens e deixando a visualização do perfil incompleta. Se você é daqueles que adiou a adaptação do plano de fundo até agora apostando que o novo Twitter não iria se popularizar, ou que a maior parte das pessoas ainda estava utilizando o velho Twitter, agora é a hora de atualizar-se: muito em breve o velho Twitter não estará mais disponível. Vamos dar uma olhada em algumas características importantes desse novo formato:
- Layout fluido: isso significa que, dependendo da resolução do monitor de quem estiver visualizando a página, os elementos serão reposicionados. Ou seja, seu background aparecerá de um jeito naquele monitor de 24 polegadas que seu amigo gamer tem e de outro jeito no notebook de 14 polegadas da sua namorada.
- Espaços: o novo Twitter tem uma barra superior fixa, com 40 pixels de altura; dependendo da resolução do monitor, o espaço esquerdo geralmente varia entre 110 e 310 pixels; a margem superior possui 20 px; a área principal, onde ficam os tweets, tem 540 px; e a barra lateral também varia conforme a resolução, entre 380 e 500 pixels.
- Opacidade da barra lateral: se o seu background utilizar alguma textura ou outros elementos na área da barra lateral, será possível visualizar cerca de 25% da imagem, pois essa área possui opacidade estimada em 75%.
- Repetição vs. imagem grande: caso você for utilizar uma imagem grande em vez de um padrão/textura, o ideal é que essa imagem tenha bordas com uma cor sólida, para que em resoluções grandes ela se mescle à cor de fundo, sem repetição. Assim, você evita que nos monitores grandões o seu background fique se repetindo de forma grosseira.

O Mashable disponibilizou para download alguns modelos para você criar seu plano de fundo no Photoshop. Os arquivos estão no formato PSD e podem ser baixados nesse link.
Agora, se você estiver buscando uma solução rápida, fácil e capaz de deixar seu background do Twitter personalizado e bonito, você pode tentar o Themeleon, da ColourLovers. Além de vários temas bacanérrimos prontos para usar, a ferramenta ainda permite que você selecione uma série de texturas, padrões e paletas de cores para deixar o fundo do Twitter com a sua cara! Clique aqui e faça o teste.





