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Esta startup brasileira tem ganhado notoriedade nos últimos dias pela quantidade e qualidade dos serviços gratuitos oferecidos. Até o momento, o portfólio de serviços ativos (prometem novidades) é o seguinte: Assista.la | Baixa.la | Detetive.net | Joga.la | Olha.la | Vai.la. Interessante a ideia de utilizar o domínio .la como se fosse a palavra “lá”, em português. Vamos à descrição dos serviços:
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Um multibuscador, certamente muito útil, prático, leve e rápido. Você digita um termo para busca e ele examina 4 buscadores (Google, Yahoo, Live, Ask), a Wikipédia e mais três redes sociais (YouTube, Flickr e Del.icio.us). A navegação é feita por meio de abas, muito fácil e intuitivo. É o tipo de site que a gente fica contente em descobrir que existe! Além de aumentar as possibilidades para usuários comuns, profissionais de SEO poderão agilizar seu trabalho também.
Exemplo de busca – repare nas práticas abas!
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Um serviço simples, mas uma proposta criativa: você insere o link de um vídeo do YouTube, digita uma palavra-chave e o sistema gera uma página com o vídeo e url personalizados. Por exemplo, você coloca o link do vídeo do Danilo Gentili, põe “danilopiada” como palavra-chave, o sistema irá gerar o link http://danilopiada.assiste.la/ e nesta página haverá apenas este vídeo, sem relacionados e todo aquele monte de informação do YouTube. Pra quem quer compartilhar um vídeo e quer foco nele, este serviço ajuda.
Exemplo de vídeo postado: objetividade e exclusividade.
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Um compartilhador de arquivos no estilo do 4shared. Suporta arquivos de até 100 MB, não requer inscrição para fazer o upload, possui player integrado para arquivos em mp3, pré-visualização de imagens, fornece links variados e ainda dá estatísticas de acesso aos arquivos. Muito fácil de usar!
Exemplo de arquivo enviado. Sistema leve, todo em ajax!
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A proposta é interessante: você envia um jogo em flash, no formato .swf, coloca o nome, escolhe categoria e a url personalizada http://seujogo.joga.la/. O conteúdo colaborativo poderia dar muito certo neste caso, mas aparentemente vai precisar de um pouco mais de moderação, pois grande parte dos arquivos inseridos não são jogos de verdade. Seria interessante exigir um screenshot e uma descrição também, na hora de cadastrar. A ideia é boa, mas precisa de mais atenção!
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Serviço de qualidade excelente, no melhor estilo Flickr. Talvez, ouso sugerir, melhor do que o Flickr! Sua descrição ressalta: álbum de fotos, fotos favoritas, níveis de acesso, busca completa, estatísticas e navegação fácil. Ou seja, tem praticamente tudo o que o Flickr tem, só que possui um sistema todinho em ajax, deixando a navegação super rápida e leve. Este projeto tem muito futuro!
Exemplo de visualização de foto. Repare: tamanhos e tags
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Apesar da excelente qualidade dos outros serviços, este é o que parece estar ganhando mais aceitação do público (pagerank 4 do Google, 24,257 no Alexa). Assim como o TinyUrl, o Is.gd e o Migre.me, é um redutor de URLs muito utilizado por twitteiros. Mas ele também permite que você use um subdomínio caso não tenha domínio próprio (como no velho cjb.net), por exemplo: http://atilavelo.vai.la/.
Exemplo: repare no layout sugestivo ao uso do Twitter
Exemplo: após a redução, já há um link para enviar ao Twitter
Exemplo: depois você pode conferir as estatísticas do link
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CONCLUSÃO
Uma startup de muita qualidade, com serviços (exceto o de jogos) impecáveis. Merece destaque, merece crescer e receber investimentos! Está ganhando espaço aos poucos e eu realmente espero que conquiste uma parte razoável do mercado interno, pobre em iniciativas de empreendedores brasileiros. Boa sorte, Detetive.net!
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Obs: antes que alguém pergunte, este não é um post pago!
Lembra do doidinho que levantava o braço e jorrava suor na cara dos amigos e da namorada? E, no final, a única solução foi usar Axe Seco? Então, no Canadá eles chegaram a produzir um viral inspirado neste conceito, no qual o suor é tanto que apaga incêndios. Gosto muito duvidoso (trata-se de desastre com fogo), mas deve ter se espalhado bem pela região (o vídeo viral, não o fogo).
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Pois é, além do vídeo, fizeram também um advergame (lembra do post anterior?), basta acessar este site e clicar em “Le Jeu” (o jogo, em francês).
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E, se você não se lembra ou quer relembrar o vídeo do Axe Dry, confira abaixo:
É, diriam os antigos, quem diria! Quem diria que uma linha de cosméticos que nasceu em 1886, para donas-de-casa e vendida de porta em porta, iria atingir o tamanho estrondoso que atingiu? Seu faturamento oscila na faixa dos 10 milhões de dólares por ano, com suas vendas globais. Quem fundou a empresa foi David McConnell, um tiozinho simpático que vendia livros no mesmo sistema porta a porta (o spam da época). Os cosméticos, a princípio, eram brindes. Porém, tornaram-se mais populares do que os livros. Tal demanda gerou uma oportunidade gritante, que até o tiozinho McConnell percebeu e apostou na ideia.
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Agora, um império dos cosméticos, que se distancia cada vez mais do público de menor renda (que foi o foco há algumas décadas), aproximando-se da classe média e de parte dos mais abastados também. Como faz isso? Com campanhas belíssimas, trabalhando o valor da marca, design de embalagem, treinamento da força de vendas, melhorando a qualidade dos produtos, aumentando os preços, associando nomes famosos, copiando o Nine Inch Nails… peraí, copiando o Nine Inch Nails?
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E não é que em sua última empreitada, um lindo vídeo que foi exibido em vários países do novo e do velho mundo, a Avon juntou o nome Lacroix e, talvez sem querer, roubou uma baita ideia do grupo Nine Inch Nails? Talvez tenha sido o subconsciente dos criativos e produtores. Talvez tenha sido uma “inspiração” descarada. Bem, veja os dois vídeos e tire suas conclusões.
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Vídeo da Avon (2009)
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Vídeo do Nine Inch Nails (1997)
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Assistindo ao vídeo inteiro, minha opinião é de que bastou jogar no liquidificador o videoclipe com alguns toques de fashion, bater por 30 segundos e voila, estava pronto.
Para promover o Q5, a Audi resgatou o conceito de animação mais básico, as folhas que se sobrepõem. Porém, não tem nada de desenho rústico: o vídeo faz uso de efeitos avançados e trabalha com certa melancolia na narrativa. Cenas que são incorporadas ao cenário somente por meio do livreto dão um toque simplista, poético, mágico, que estreita a relação entre produto e indivíduo.
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Com o slogan “Tudo acontece na pista”, o filme foi gravado na África do Sul e dirigido por Kim Geldenhuys. O conceito é de que para funcionar a animação das páginas, é preciso que cada imagem esteja perfeitamente posicionada, reforçando o valor de “precisão” do veículo e servindo de metáfora para a qualidade e tecnologia funcionando numa impecável harmonia. Agência: Ogilvy Johannesburg.
Muito divertido este anúncio alemão da marca Loewe. Uma tendência que estava meio apagada, das funcionalidades da tecnologia interagindo com pessoas em anúncios. Lembra da campanha do GreenPeace (era deles mesmo?) na qual um cursor de mouse cutucava e segurava caçadores de baleias? Então, mesmo princípio. Ideia muito bem executada, por sinal. Acho que o produto é um monitor com som embutido e com os controles citados.
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