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PUMA está lançando uma nova coleção de tênis super leves, chamados PUMA L.I.F.T. Racer (lift, em inglês, significa “levantar”). Afirmam ser o mais leve de toda linha da marca, criado com espuma super leve injetada no molde do produto.

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O filme, criado pela agência Droga5 de Nova Iorque, apresenta um casal dançando levemente com vários cenários ao fundo. Sem cromaqui!

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A sacada do filme criado para divulgação está nas jogadas visuais. Em vez de abusar da computação gráfica e efeitos tridimensionais, optaram por uma técnica mais retrô, projetando roupas em seus corpos e cenários animados nas paredes brancas da sala.

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À vendas nas melhores lojas (dos EUA, pelo menos) a partir de 14 de março próximo.

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Fonte: TrendHunter

Não, não. Só mais um grande ruído no melhor estilo lost in translation.
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Ouve-se falar que a tendência agora é empurrar slogans curtos. Pois a TBWA/Chiat/Day de Los Angeles ajudou a Visa nesta missão. Uma campanha institucional suntuosa. Só que, para exportá-la, é preciso planejamento.

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Vamos exportar comunicação. Ok, primeira coisa a verificar: que língua se fala no país de destino? Culturalmente compatível? E o cenário mercadológico? Bah. Três perguntas que esqueceram de fazer.

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Resultado? Uma campanha visualmente incrível, só que cheia de ruídos.
- Primeiro ruído: duplo slogan: “GO.” era o mote em inglês, que marca presença visualmente nas peças. Então, junto ao “GO.” empurraram um “Mais pessoas vão com Visa”. Qual é o slogan? Então Visa me carrega? Visa é transporte para que eu vá com ele?
- Segundo ruído: a palavra, em inglês, “go” tem pronúncia muito próxima da palavra, em português, “gol”. É gol? Visa tem algo que ver com futebol?
- Terceiro ruído: a predominância da cor laranja somada à pronúncia “gol”, somada ao slogan “Mais pessoas vão”, criam uma baita confusão entre uma empresa de cartões de crédito e outra empresa de transportes aéreos. Go, Gol, laranja, venha conosco!

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A versão original foi narrada por Morgan Freeman, a nacional, por Antonio Fagundes (se não me engano).  Nem isso salva essa péssima importação de propaganda. Da próxima vez, espero que o pessoal da TBWA/Chiat/Day de Los Angeles peça ajuda aos planners brasileiros.

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Confira o vídeo da campanha:

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Fonte: release Visa
matéria no Brainstorm9

Para quem ainda não sabe, o Asus Eee Box é a versão desktop do portátil Eee PC. Ele realmente tem o tamanho próximo do Nintendo Wii, e recursos bem parecidos.
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Digamos que o argumento poderia ter sido o tamanho da torre, que realmente é micro perto de um PC convencional. Mas, como ele também possui um controle remoto que pode ser usado para jogar, como o Wii Remote, este recurso foi amplamente evidenciado.
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O grande diferencial é que o Asus Eee Box pode ser utilizado como estação de trabalho e, assim como o Nintendo Wii, como entretenimento. Com o controle remoto é possível apresentar slideshows, substituindo o mouse ou aqueles controles com laser vermelho.
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Enfim, o produto em si é muito interessante, seus recursos são ótimos. Porém, a comunicação deixou a desejar. Parece que tentaram ser retrô ou usar o exagero como conceito (tal qual Polishop), mas o resultado final foi um anúncio horrível.
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Veja-o abaixo, tire suas conclusões e comente!
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Sobre o Eee Box na CeBit 2009

Site Oficial do Asus Eee Box

Eee Box à venda no Mercado Livre

Ano passado a agência África criou para os 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa. Sei que já é notícia velha, mas quem não viu, vale a pena conferir. O texto, que fala sobre como uma vírgula pode mudar completamente o sentido de uma frase, é sensacional!
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Agência: Africa Criação: Fábio Seidl, Bruno Brasil e Luiz Gonzaga Saraiva
Direção de criação: Nizan Guanaes e Sérgio Gordilho
Produção da agência: Daniela Andrade, Diego Melo e Camila Naito Atendimento: Márcio Santoro, Maria Cecília Cilento e Maria Claudia Conde
Produtora do filme: Visorama Diversões Eletrônicas
Finalização e pós-produção: Link Digital
Produtora de som: Sonido Produções Musicais
Produção: Lucas Duque e Daniel Lopes
Locução: Matheus Nachtergaele
Aprovação pelo cliente: Maurício Azedo
Fonte: Portal da Propaganda

Outro dia vi que os chineses utilizaram Keanu Reeves, Sean Connery e David Beckham numa campanha deste tipo de remédio. Pois é, a Pfizer resolveu entrar na onda e comprou apenas o conceito do filme de Brad Pitt, Benjamin Button. Confira:

[flash http://www.youtube.com/watch?v=WBSgULPU6WM]

Inspirado no filme “Benjamin Button”, em que Brad Pitt interpreta personagem que nasce idoso e, com o tempo, fica mais jovem, os fabricantes do Viagra – remédio para disfunção erétil – colocaram uma nova campanha no ar que vem causando polêmica nos EUA. No filme publicitário, um casal da terceira idade chega em casa de uma festa, muito apaixonados. No caminho do carro até o apartamento, porém, eles ficam cada vez mais jovens, até que, quando chegam ao quarto, não passam de dois adolescentes loucos por sexo. Ao final da campanha, o texto diz “Como se fosse a primeira vez”. Alguns conservadores norte-americanos, porém, acreditam que a mensagem pode, de alguma forma, incentivar jovens a recorrer ao medicamento para melhorar o seu desempenho sexual.


Fonte: Portal Abril

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